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O futuro da educação: o que vem após a pandemia

Escrito por Hillary Moraes, Stravos Xanthopoylos e Antônio Pinto

O futuro da educação: o que vem após a pandemia

Quando o distanciamento social foi adotado durante a pandemia, não se esperava que fosse durar tanto tempo. Cada instituição de ensino encontrou a melhor solução possível dentro de suas possibilidades para conseguirem se adaptar.

Dentre tantas mudanças, estudantes e os profissionais da educação se perguntam sobre o futuro da educação. Embora seja difícil fazer qualquer previsão, especialmente em tempos tão incertos, é inegável que a tecnologia será vista de outra forma. Aliada indispensável nesse período, seu papel na educação ganha cada vez mais destaque.

Neste conteúdo, abordamos como as escolas têm se adaptado aos desafios atuais e reunimos algumas previsões do retorno às aulas: como a tecnologia se fará mais presente no processo de ensino-aprendizagem?

Leia também: Dicas práticas para sua escola sobreviver em tempos de recessão econômica

Uso da tecnologia

Com as escolas fechadas por um longo período, aulas remotas foram implementadas com o intuito de dar continuidade às atividades escolares. Essa alternativa foi melhor aproveitada pelas escolas particulares, já que muitas vezes elas possuem mais recursos à sua disposição.

Entretanto, as coordenações que não contavam com o apoio de um sistema de gestão e de ferramentas que auxiliam na gestão de aulas e atividades on-line tiveram ainda mais dificuldade nesse período.

Ao perceber as vantagens que a tecnologia oferece, a expectativa é que as escolas intensifiquem seu uso mesmo após a crise.

Adaptação dos professores e alunos

Por terem contato com uma rotina totalmente nova, se adaptar têm sido uma experiência desafiadora para alunos, professores e até mesmo para os pais.

Os alunos tiveram que se ajustar a novos hábitos, afinal muitos encontram dificuldade para manter o mesmo nível de atenção e até mesmo absorver conteúdos sem o contato direto com o professor.

Os professores, por sua vez, tiveram que se superar para lidar com uma nova forma de ensinar. Aprenderam a fazer vídeos, ministrar aulas remotas e gerar conteúdos como atividades e avaliações a serem realizadas on-line. Tudo isso enfrentando diversos desafios como dificuldades técnicas e falta de tempo para preparar aulas.

Distanciamento social: adaptação dos professores ao trabalho remoto

Relação entre a escola e família

O vínculo entre escola e família é fundamental, especialmente agora que os estudantes tiveram que organizar uma nova rotina de estudos e aprender através de outra metodologia.

As escolas tiveram que fortalecer essa relação utilizando meios digitais, entendendo que a comunicação é essencial para tentar superar os desafios juntos.

Assim, uma possível previsão é de que as famílias se façam cada vez mais presentes na vida escolar dos filhos. Afinal, depois de acompanhar tão de perto, passaram a entender melhor seu papel no desenvolvimento da aprendizagem.

Volta às aulas

Voltar às aulas presenciais não significa que tudo será como costumava ser antes da pandemia. Haverá uma maior preocupação com higiene, incluindo tanto cuidados pessoais quanto a limpeza mais frequente do ambiente.

Além disso, para maior segurança, provavelmente as turmas farão algum tipo de revezamento. Ou seja, um grupo de alunos tem aula às segundas e outro tem às terças, e assim por diante. Também será ideal o distanciamento maior entre carteiras, o que pode causar a necessidade de redução da quantidade de alunos por turma.

Diante desse cenário, será comum notar faltas consecutivas de alunos e alguns pais não vão permitir que os filhos voltem a frequentar a escola enquanto não se sentirem mais seguros.

Utilização do ensino híbrido

O uso da tecnologia e a implementação do ensino híbrido será provavelmente o caminho mais indicado, talvez a única saída. Uma abordagem híbrida é aquela que combina o ensino presencial em sala de aula com conteúdos e atividades on-line.

Portanto, as escolas deverão providenciar estruturas de indexação dos arquivos de conteúdo e usar redes de comunicação seguras para postar arquivos multimídia, responder dúvidas e fazer acompanhamento.

Para completar este apoio, deve-se aproveitar esta aproximação atual com as tecnologias educativas e implementar o ensino integral híbrido e usar todo o tempo disponível para reforço escolar. Isso ajudará a manter os alunos alinhados sem perder o ritmo das aulas e o planejamento de aulas será cumprido sem deixar ninguém prejudicado.

Extensão virtual da sala de aula

Para as escolas se adaptarem a essa realidade e ficarem cada vez mais completas, precisarão contar com ferramentas que são uma verdadeira extensão virtual das salas de aula presenciais, onde a instituição poderá facilitar a vida dos professores e coordenadores e ainda gerar valor para os pais.

Com a “virtualização” da escola, aumenta-se a carga horária sem custos, e as instituições passam a contar com a geração espontânea de uma base de conhecimento estruturada que passará, continuamente, a fazer parte do processo educacional da escola.

Para isso, a melhor opção é confiar em ferramentas que já foram desenvolvidas para esse tipo ensino, afirma Stavros Xanthopoylos, CEO da Kitutor, uma rede social educacional parceira do iScholar. Por não ser aconselhável apostar em improvisações, o mais indicado é confiar em soluções que se mostram eficientes e seguras.

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